OUTRA PREMIAÇÃO PELA FEAC AGORA
O repórter Flávio Botelho venceu na categoria "Rádio", na qual concorreu com outros dois finalistas, um deles, também da CBN Campinas, Além de ganhar como melhor reportagem de rádio, Flávio Botelho recebeu o Prêmio Feac 2011, o qual concorreu com os vencedores das demais categorias No total, 18 trabalhos concorreram em seis categorias. Os mestres de cerimônia foram os jornalistas Caco Barcellos e Natália Ariede, da Rede Globo. Além de levar o prêmio com a reportagem 'Reciclagem e arte transformam a vida de meninos carentes da região do Jardim São Marcos em Campinas, Botelho faturou o Grande Prêmio Feac de Jornalismo e foi premiado com outros R$ 4 mil, em reconhecimento pelo melhor trabalho do ano. O jornalista Manuel Alves Filho recebeu o prêmio Jornalista Solidário, como reconhecimento pela dedicação as causas sociais. OUÇA A REPORTAGEM AQUI http://site.cbncampinas.com.br/noticias_interna.php?id=43930
Escrito por SOUZA às 18h44
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Projeto premia seis ações pelo planeta
Projeto premia seis ações pelo planetareciclagem e conscientização de adolescentes
Representantes de iniciativas premiadas pelo Projeto RAC-Sanasa exibem troféus, acompanhados por autoridades e diretores de empresas organizadoras do evento: compromisso ambiental reconhecido Os vencedores do projeto Sanasa de responsabilidade ambiental foram premiados com troféus em cerimônia realizada na manhã de ontem na Vert Eventos, em Sousas. Nesta quinta edição do prêmio, participaram 29 projetos — sendo 18 concorrentes na categoria público-privado (que envolve empresas e setores da Administração pública) e 11 na categoria do terceiro setor (que envolve voluntários individuais e organizações não governamentais). Foram premiados três projetos de cada categoria. “O meio ambiente virou uma questão oficial e já sentimos a iminência de uma transformação radical de consciência sobre o tema. E quem participa deste projeto é um dos atores da mudança”, disse no discurso da abertura do evento, o diretor editorial do Grupo RAC, Nelson Homem de Mello. o Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa também foi contemplado com um troféu. A entidade do Jardim Campineiro, em Campinas, oferece a adolescentes e jovens do bairro formação para transformar materiais recicláveis em peças de decoração ou brinquedos. Além disso, há uma oficina de recuperação de móveis. O projeto envolve o empreendedorismo juvenil, já que muitos descobrem na iniciativa uma forma de complementar a renda familiar. 
O projeto de responsabilidade ambiental é uma parceria do Grupo RAC com a Sanasa e tem como um dos objetivos divulgar iniciativas voltadas ao meio ambiente que tenham compromisso com o que é preconizado na Agenda 21 Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Os trabalhos foram publicados semanalmente no jornal Correio Popular nos últimos seis meses e avaliados por um grupo de cinco jurados, formado por pesquisadores e especialistas da área. “Hoje a questão ambiental está adquirindo, cada vez mais, uma consciência abrangente e, esse projeto ajuda, estimula e incentiva a ampliação desta consciência e, obviamente, com resultados práticos de sucesso em prol de toda a sociedade”, afirmou o presidente da Sanasa, Fernando Vaz Pupo. CORREIO POPULAR CLIQUE AQUI
Escrito por SOUZA às 17h34
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CLIQUE NA BARRA VERMELHA REPORTAGEM CBN PROJETO JOVENS DO BEM COM AS OFICINAS DE ARTES 
Comunidade beneficiada A proposta de estender para a comunidade os ensinamentos obtidos nas oficinas de Artes Marter partiu de Douglas Astolf, 17 anos, um dos meninos participantes, inconformado com o fato de o aprendizado, tão interessante, ficar restrito aos freqüentadores da entidade. A partir daí, o coordenador Nelson de Souza, passou a promover interferências artísticas nos bairros da região do Jardim Campineiro, onde o MAE Maria Rosa está instalado, como a Vila Esperança e o Jardim São Marcos, utilizando sempre material reciclável coletado nas imediações.Nas oficinas, a madeira obtida com os móveis velhos que não podem ser recuperados é transformada em placas de estacionamento e de identificação para as casas simples dos bairros vizinhos. Com as telhas velhas, os meninos produzem artesanato. As garrafas pets e long neck encontradas no lixo são utilizadas na produção de copos. Eles aproveitam, ainda, a habilidade com os pincéis para colorir e cobrir os cinzentos e pichados muros das casas e, neles, deixar mensagens de otimismo. Nas escolas, a proposta é que os alunos se beneficiem do aprendizado da transformação do lixo em novos materiais. “É preciso afastar o jovem-do-bem das más influências. Para tanto, basta proporcionar ao adolescente um espaço adequado para o seu desenvolvimento. Esse trabalho melhora a auto-estima desses meninos, que passam a ser respeitados e incentivados”, lembra o educador. Patrocínio Mantido praticamente pela comunidade, a Artes Master conseguiu esse ano o auxílio da Prefeitura de Campinas e, com isso, ampliou o número de vagas de 19 para 67. Mas o auxílio encerra-se em dezembro. Dessa forma, Nelson já busca o patrocínio de empresas para que o projeto não seja interrompido. A Oficina de Artes Master recicla mensalmente cerca de 500 quilos de lixo. “A comunidade já começa a se conscientizar de que, em vez de jogar o lixo no córrego, é melhor trazê-lo para nós. Precisamos principalmente de telhas, garrafas e móveis velhos. Os alunos ajudam, recolhendo pelas ruas dos bairros da região boa parte do material utilizado nas oficinas”, diz o coordenador Nelson de Souza. As oficinas necessitam de cerca de R$ 5 mil mensais para a aquisição de tintas, ferramentas e para a alimentação dos jovens. A parceria com empresas também poderá permitir a implantação de novos projetos, entre eles a criação de uma turma de capoeira, aula de formação humana, e a construção de dois barracões para armazenamento de retalhos de madeira. Informações sobre o projeto podem ser obtidas no site recicla.zip.net, pelo telefone (19) 3246-0894 e pelo e-mail wsenhorene@hotmail.com. Sobre a Oficina Artes Master Para elaborar o projeto de artes do Movimento Assistencial Espírita (MAE) Maria Rosa, Nelson de Souza partiu da premissa de que o jovem gosta de visibilidade. Isso o fez perceber que o caminho para lidar com adolescentes é canalizar para o bem essa vontade de aparecer. “Eles são incentivados, por exemplo, em vez de pichar, pintar no muro uma campanha contra o preconceito. Uma vez conquistados, os adolescentes envolvem-se de tal maneira com o projeto que passam a dar idéias para tentar melhorá-lo sempre”, diz. Utilizando uma moeda fictícia, o Cents, que significa Comunidade Envolvida no Trabalho Social, para atuar no sistema financeiro da instituição, os jovens aprendem a lidar com o dinheiro e a fazer negócio. O material reciclado que eles recolhem na rua para a reciclagem, por exemplo, é comprado pela Oficina de Artes por Cents. Depois, eles podem comprar o artesanato que produzem com a moeda interna e vendê-lo na comunidade por Reais. O Cents foi tão bem aceito que inspirou a implantação de um sistema semelhante ao da bolsa de valores. Douglas Astolf, o rapaz que deu a idéia de exportar os ensinamentos das oficinas para a comunidade, aprendeu rápido as regras de investimento. Ele observou que, da mesma forma como as ações da Petrobrás subiram com a descoberta do petróleo no pré-sal, as ações da oficina de estamparia poderiam ter seus preços melhor cotados se houvesse o aumento da produção. Baseado nisso, criou um cálculo para prever as reações das ações internas. Em um dia, ganhou 15 mil Cents. Isso lhe valeu o posto de consultor financeiro dos outros alunos. Os jovens de 14 e 15 anos são incentivados e encaminhados para estágios e cursos técnicos, primeiros passos para a inclusão no mercado de trabalho. Ademilson Souza, 15 anos, aproveita todas as oportunidades: de manhã intercala as oficinas da Artes Master com um curso de confeiteiro; à tarde faz um curso de Elétrica Industrial no Colégio São José e, à noite, frequenta o ensino regular. Além de ensinar o jovem a lidar com dinheiro, o Cents é utilizado como forma de reforçar o bom comportamento. Atitudes negativas como atrasos são passíveis de multas. Sobre Nelson de Souza “Hoje, eu sei que o melhor caminho é a prevenção. Aos 11 anos o jovem já está sendo recrutado para a vida de crime. Não adianta esperar que ele chegue aos 15, 16 anos para prestar atenção nele. Para incentivá-lo ao bem é preciso começar desde cedo”, ensina o educador.O educador Nelson de Souza tem 12 anos de experiência com jovens. Em 1998, lançou o Projeto Meninos do Brasil, na instituição Chitãozinho e Xororó. Em 2002 iniciou um trabalho com dependentes químicos encaminhados pela Febem (atual Fundação Casa) para a Instituição Padre Haroldo Rahm, conhecida como APOT -Associação Promocional Oração e Trabalho -, e está no MAE Maria Rosa desde 2008, tendo fundado na entidade a Oficina de Artes Master em 2009.
Ateliê da Notícia Jornalista responsável: Vera Longuini Atendimento: Fernando Evans e Nara Luiza do Amaral Redação: (19) 3252-9385 / Nextel (19) 7851-2631 – ID 80*43800 (19) 7805-9609 - ID 80*46804 – Cel (19) 9771-6735 contato@ateliedanoticia.com.br www.ateliedanoticia.com.br
Escrito por SOUZA às 17h07
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PROJETO JOVEM DO BEM
O projeto jovem do bem tem o objetivo de integrar jovens de escolas com os jovens da instituição em parceria no total de 6 atividades Baratear o custo do uniforme em até 50%, estampa adequada para formandos Painéis internos com mensagens positivas no pátio ou em pontos estratégicos na escola Placas de sinalização como estacionamento, banheiro masculino e feminino e outras Murais na área externa da escola com mensagens para a comunidade Recolher materiais recicláveis e transformar em utilidade para as famílias Números das casas, placas de prestação de serviços para moradores, ou painéis que passem mensagens positivas na comunidade, desenhos em pediatria de postos de saúde Maiores informações entre em contato pelo email wsenhorene@hotmail.com , e vai receber todas as orientações para se inscrever no projeto, a participação dos jovens é gratuita e o objetivo é melhorar a imagem do jovem na comunidade onde mora, integrando professores, escola, jovens, instituição e comunidade criando aproximação com todos.

Escrito por SOUZA às 09h21
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